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ALGODÃO DA BAHIA – Produtores concluem plantio de área destinada à fibra, que foi quase 10% a mais que a safra anterior

ALGODÃO DA BAHIA – Produtores concluem plantio de área destinada à fibra, que foi quase 10% a mais que a safra anterior

Data de Publicação: 28 de fevereiro de 2024 14:48:00 Conforme a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a perspectiva deste novo ciclo é que sejam colhidos em média 1.919 quilos de pluma por hectare. Com um início conturbado no plantio, diante da instabilidade do clima, a Abapa registrou 11,5% de replantio, o que corresponde a uma área de 28 mil hectares

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Com um início conturbado no plantio, diante da
instabilidade do clima, a Abapa registrou 11,5% de replantio

Redação

No Cerrado baiano, que coloca o estado da Bahia em segundo lugar no ranking nacional de estados produtores de algodão, os cotonicultores já concluíram o plantio da área destinada ao cultivo da fibra na safra 2023/2024, que é de 344,4 mil hectares, 9,3% superior a área da safra passada, que foi pouco mais de 312 mil hectares. A região não planta apenas algodão de sequeiro. O irrigado, também, em área de 96,943 mil hectares, o que significa 28,1% de toda área cultivada com algodão.

Conforme a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a perspectiva deste novo ciclo é que sejam colhidos em média 1.919 quilos de pluma por hectare. A maioria dos produtores intensificou o plantio irrigado no final de janeiro, buscando a melhor janela de plantio e conseguir cumprir a data limite, de 10 de fevereiro, de acordo com o calendário agrícola do fim do plantio do algodão na Bahia.

O presidente da Abapa, Luiz Carlos Bergamaschi, diz que esta foi uma safra de tomadas de decisões importantes por parte do produtor, para colocar as plantadeiras em campo e estabelecer a cultura.

- Tivemos essa dificuldade com o clima, em que as chuvas vieram muito irregulares e abaixo da média. Se o tempo correr bem, daqui para frente a perspectiva é de manter a nossa estimativa inicial de 312 arrobas de algodão/hectare, e torcer para que o clima nos favoreça, para obtermos a produtividade e a qualidade reconhecidas pelo mercado em relação ao algodão da Bahia - afirma.

Com um início conturbado no plantio, diante da instabilidade do clima, a Abapa registrou 11,5% de replantio, o que corresponde a uma área de 28 mil hectares. O vice-presidente da entidade, Paulo Schmidt, acredita que, a partir de agora, com a semente no solo, os produtores devem fazer o manejo padrão com as melhores práticas agrícolas para manter a produtividade média dos últimos anos.

- Além do clima, temos que continuar fazendo a nossa parte, intensificando o manejo do bicudo do algodoeiro, com combate de focos no talhão e monitoramento dos botões florais atacados - diz.

Fonte: Comunicação da Abapa

 

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