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TARIFAÇO ][ CNA e entidades americanas debatem impacto de tarifas em produtos agros brasileiros

TARIFAÇO ][ CNA e entidades americanas debatem impacto de tarifas em produtos agros brasileiros

Data de Publicação: 2 de agosto de 2025 18:30:00 O presidente da CNA, João Martins, se reuniu com a Amcham Brasil e a Câmara de Comércio dos EUA para discutir os prejuízos das novas tarifas americanas, especialmente para pequenos produtores do agro brasileiro.

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Da redação

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, está em diálogo com representantes da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham) e da Câmara de Comércio dos Estados Unidos para abordar os impactos das recentes tarifas anunciadas pelo governo americano.

José Martins, presidente da CNA (Foto: Ascom/CNA)

Em reunião virtual na quarta-feira, 30 de julho, João Martins e Abrão Neto, CEO da Amcham Brasil, debateram os potenciais prejuízos à competitividade do agronegócio e de outros setores da economia brasileira, além do impacto na atração de investimentos. Ambas as entidades se comprometeram a buscar uma solução negociada entre Brasil e EUA.

Na quinta-feira, 31 de julho, Martins se encontrou por videoconferência com John Murphy, vice-presidente sênior da Divisão Internacional da Câmara de Comércio dos EUA. O presidente da CNA expressou grande preocupação com produtos do setor que ficaram fora das exceções americanas, afetando diretamente pequenos produtores de frutas, mel e pescados.

John Murphy reiterou o compromisso da Câmara em reduzir barreiras comerciais que possam prejudicar o comércio bilateral e gerar perdas de longo prazo para as economias dos dois países.

A CNA se comprometeu a fornecer à US Chamber dados detalhados sobre itens agropecuários brasileiros que são parte das cadeias de processamento dos EUA e que foram excluídos da lista de isenção de tarifas, destacando os possíveis impactos negativos da taxação.

Além disso, Sueme Mori, diretora de Relações Internacionais da CNA, informou que a confederação defenderá o agronegócio brasileiro no processo iniciado pelo governo americano sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que permite aos EUA investigar e aplicar sanções a práticas comerciais consideradas desleais.

As reuniões contaram com a presença de outras importantes figuras das instituições envolvidas, reforçando a seriedade e o esforço conjunto para resolver a questão.

Fonte: CNA.

 

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