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MERCADO CHINÊS ][ Brasil habilita 15 novas unidades para exportar sorgo e DDG à China

MERCADO CHINÊS ][ Brasil habilita 15 novas unidades para exportar sorgo e DDG à China

Data de Publicação: 10 de novembro de 2025 16:54:00 Acordos fitossanitários garantem a abertura do mercado chinês, o maior importador global, para grãos e coprodutos do milho, impulsionando a economia circular e o setor de etanol.

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Da redação

O Brasil conquistou a habilitação de cinco estabelecimentos para a exportação de DDG/DDGs (grãos secos de destilaria) e de 10 unidades para exportar sorgo à China. Essa autorização fortalece a relação comercial com o principal parceiro do agronegócio brasileiro e abre novas oportunidades para o setor de sorgo e para a crescente indústria de etanol de milho.

A medida é resultado da assinatura do Protocolo Fitossanitário do sorgo (novembro de 2024) e do Protocolo de Proteínas e Grãos Derivados da Indústria do Etanol de Milho (maio de 2025).

No caso do sorgo, a região Centro-Oeste é responsável por mais de 60% da produção nacional. Das 10 unidades habilitadas, quatro estão no Mato Grosso e quatro em Minas Gerais, além de uma em Rondônia e uma na Bahia. A China é o principal mercado global, respondendo por mais de 80% das importações mundiais do grão.

A região Centro-Oeste é responsável por mais de 60%
da produção nacional (Foto: Mapa/Divulgação)
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Quanto ao DDG, um coproduto do processamento de milho para etanol, o Brasil, o terceiro maior produtor de milho do mundo, obteve autorização para cinco unidades (quatro em Mato Grosso e uma no Mato Grosso do Sul). Essa exportação de coprodutos reforça a agenda de sustentabilidade e promove a economia circular, transformando resíduos industriais em insumos valorizados globalmente.

Com as novas habilitações, o Brasil estabelece um canal regular de embarques para o maior importador global de grãos e insumos para ração animal. O resultado é fruto de um trabalho coordenado entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Adidância Agrícola em Pequim, MRE e o setor privado, visando alinhar-se às exigências técnicas chinesas. A China segue sendo o principal destino das exportações agropecuárias brasileiras, importando mais de US$ 49,6 bilhões em 2024.

 

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