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ESPECIAL ][ Tocantins se consolida como potência agrícola com novo investimento da Mosaic Fertilizantes

ESPECIAL ][ Tocantins se consolida como potência agrícola com novo investimento da Mosaic Fertilizantes

Data de Publicação: 17 de julho de 2025 12:01:00 Nova planta de R$ 400 milhões em Palmeirantes impulsionará produção, gerará empregos e fortalecerá a logística no MATOPIBA, comemorada por produtores e governo estadual.

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Executivos da Mosaic, lideranças políticas e do agro descerram
a placa de inauguração: momento histórico para o agro do Tocantins
(Foto: Antônio Oliveira/Cerrado Rural Agro)

Por Antônio Oliveira

O Tocantins se destaca como um dos estados com maior crescimento na produção agropecuária no Brasil. É o maior produtor de arroz, milho, feijão e soja na região Norte, e possui condições edafoclimáticas ideais para expandir ainda mais esse setor.

A infraestrutura logística do estado é um diferencial, contando com uma ferrovia que conecta o Tocantins ao litoral maranhense, onde está localizado um dos maiores portos do Brasil, além de ligá-lo aos estados do Centro-Oeste e Sudeste. As rodovias estaduais e federais cortam o território de norte a sul e de leste a oeste, garantindo a conexão com o restante do país, e um projeto de hidrovia está em desenvolvimento.

Nos últimos dez anos, a produção de grãos no Tocantins registrou um crescimento impressionante: a área plantada aumentou mais de 138% e a produção subiu 159%, o que evidencia o avanço tecnológico nas propriedades rurais tocantinenses.

Vista parcial da fábrica com o duto que a liga a Ferrovia
Norte Sul (Foto: Antônio Oliveira/Cerrado Rural Agro)

A safra 2024/2025 reforça esse cenário promissor, com uma produção recorde de grãos, especialmente soja e milho. A previsão é que a soja atinja 5,12 milhões de toneladas e o milho alcance 2,37 milhões de toneladas, representando um crescimento de 11,9% e 12,4%, respectivamente, em relação à safra anterior. A produção total de grãos deve chegar a 8,5 milhões de toneladas, um aumento de 10,7% em comparação com a safra anterior, consolidando o Tocantins como um importante produtor nacional. Dados da Conab e da Secretaria de Agricultura e Pecuária do Tocantins.

Apesar dos avanços, o Tocantins ainda tem um enorme potencial de crescimento. A área atualmente cultivada no estado representa apenas uma pequena parte de sua área agricultável total, que é de 13,8 milhões de hectares. Isso corresponde a mais de 50% da área total do estado, considerando as reservas, áreas de proteção, territórios indígenas e quilombolas. Esse vasto espaço permite uma expansão planejada e sustentável da produção agrícola.

Neste contexto de expansão agropecuária, a Mosaic Fertilizantes inaugurou, na última quarta-feira, 16 de julho, sua mais nova planta de mistura, armazenagem e distribuição de fertilizantes (fosfatados e potássio combinados) no Brasil. Esta é a 18ª unidade da empresa norte-americana no país, com construção iniciada em 2023.

A cerimônia de inauguração foi bem concorrida
(Foto: Antônio Oliveira/Cerrado Rural Agro)

A cerimônia de inauguração contou com a presença de executivos da empresa do Brasil e de sua sede nos Estados Unidos, lideranças do agronegócio regional e nacional, e autoridades locais e estaduais, incluindo o governador do Tocantins, Vanderlei Barbosa. O vice-presidente da República e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, participou por meio de mensagem em vídeo.

Da Mosaic, estiveram presentes Bruce Bodine, presidente e CEO; Jenny Wang, vice-presidente executiva comercial; Eduardo Monteiro, vice-presidente executivo e Country Manager da empresa no Brasil; e Elias Lima, vice-presidente de operações da empresa na América do Sul.

Logística estratégica e impacto na região

Foto: Antônio Oliveira/Cerrado Rural Agro

A nova fábrica está estrategicamente localizada na área do pátio multimodal da Ferrovia Norte-Sul, no município de Palmeirantes, no norte do Tocantins. O investimento, conforme a empresa, foi da ordem de R$ 400 milhões. Sua produção teve início neste mês, gerando mais de 200 empregos diretos na região, com prioridade para os residentes.

A presença da Mosaic no Tocantins faz parte da estratégia da empresa para ampliar sua atuação na região do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), um importante polo agrícola. A meta é fornecer à região mais de 9 milhões de toneladas por ano já no primeiro ano de funcionamento da nova planta. Dessa forma, a Mosaic espera que o Tocantins amplie sua produção em mais de 30% já neste primeiro ano.

Presenças importantes no dispositivo de honra
do evento (Antônio Oliveira/Cerrado Rural Agro)

A nova planta tem uma capacidade inicial de 500 mil toneladas por ano, podendo chegar a 1 milhão de toneladas até 2028. A unidade atenderá mais de 500 mil propriedades rurais na região do MATOPIBA, norte de Goiás e leste do Mato Grosso.

Inovação e sustentabilidade operacional

A dinâmica desta nova planta é inteligente e aproveita a estrutura da Ferrovia Norte-Sul e seu pátio multimodal em Palmeirante. A fábrica está conectada por um duto transportador de correia que liga um terminal de descarga da ferrovia à fábrica, trazendo matérias-primas oriundas do Porto de Itaqui, no Maranhão. Este processo tira cerca de 27 mil carretas por ano do trecho rodoviário entre Itaqui e Palmeirante, contribuindo para a redução do tráfego e das emissões.

O processo de descarregamento ferroviário e carregamento rodoviário — para o transporte do produto até as propriedades rurais — permite o armazenamento de até 100 mil toneladas de matérias-primas e o embarque de produtos misturados a 200 toneladas por hora ou a granel a 150 toneladas por hora.

Além disso, esta nova planta é a primeira da companhia a receber um sistema de ensaque totalmente automático de Big Bags. O projeto automatiza o processo de enchimento, amostragem e lacre das embalagens, eliminando a necessidade de intervenção manual e aumentando significativamente a segurança e a eficiência operacional.

A empresa também enfatiza sua preocupação com a sustentabilidade social e ambiental, abrangendo desde a indústria até a sede administrativa, um dado importante a ser reportado.

“A gente só tem a ganhar”

Henrique Degraf, vice-presidente Agrícola da Frisia, cooperativa paranaense em expansão no Tocantins, expressou a satisfação dos produtores rurais tocantinenses, incluindo os cooperados, com o investimento da Mosaic no estado.

- A gente só tem a ganhar com parceiros fortes. Realmente, como foi dito, escolhemos essa região. Viemos do Paraná para o Tocantins, que é uma região muito abençoada, desafiadora, com um potencial enorme. Estamos completando 10 anos de operação no Tocantins e vemos que a região responde bem quando aplicamos as técnicas necessárias e contamos com parceiros estrategicamente bem posicionados. Isso garante o fornecimento seguro dos nossos insumos e nos dá mais coragem para investir ainda mais aqui na região – disse à Cerrado Rural Agro.

Degraf complementou, enfatizando os benefícios logísticos e de custo:

- Acredito que a Mosaic continua sendo um parceiro comercial estratégico que nos garante tranquilidade na segurança de fornecimento. A parte de logística também melhora, o custo fica mais barato, pois saímos um pouco do modal rodoviário e entramos no ferroviário, conseguindo diminuir o custo. A gente acredita muito nisso e que, mesmo estando em um momento difícil para a agricultura, com mais desafios, tendemos a ganhar com esse tipo de parceria – concluiu.

A Frisia foi homenageada com a primeira nota fiscal estilizada da nova unidade da Mosaic, simbolizando a primeira compra.

“É fundamental que o agronegócio aqui impulsione nosso desenvolvimento”

O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, também  concedeu uma entrevista sobre a relevância do empreendimento para a economia e o desenvolvimento socioeconômico do estado.

Em sua fala, o governador Vanderlei Barbosa exaltou a
importância da nova planta da Mosaic para o Tocantins
(Foto: Antônio Oliveira/Cerrado Rural Agro)

Questionado sobre a relevância do investimento para impulsionar a economia do estado, o governador Wanderlei Barbosa ressaltou.

- Esta empresa vem para atender toda uma demanda que nós temos nesta região inteira. É fundamental que o agronegócio aqui impulsione nosso desenvolvimento. Como você mencionou, estamos no MATOPIBA, e a Mosaic chega para atender toda essa região, além do Pará e do Mato Grosso. Ela vai atender o Brasil, mas aqui, ao atender essa região, já vai impulsionar muito a nossa produção e, consequentemente, a nossa economia e nossas exportações. A Mosaic chega em boa hora. Damos as boas-vindas e desejamos muito sucesso, para que possa fazer grandes negócios e contribuir para o crescimento não apenas do Tocantins, mas de todo o Brasil.

Sobre a importância da implantação da planta para o desenvolvimento socioeconômico e o estágio atual do agronegócio no Tocantins, o governador explicou:

- Acabei de falar sobre isso: a importância dessa empresa é fundamental porque ela vem atender uma demanda dessa região inteira que precisa de adubo e calcário para fazer as correções de solo e aumentar a produção. Ela chega para gerar oportunidades de emprego na parte social e, na parte industrial, para impulsionar o crescimento econômico do nosso Tocantins, algo pelo qual trabalhamos tanto. A Mosaic chega para fortalecer a economia e também a geração de oportunidades de emprego.

Barbosa também destacou o alinhamento com a política de governo:

- Isso satisfaz a política do governo do estado de agroindustrialização do estado. Essa é uma vertente que temos dado prioridade. Temos feito os parques industriais, realizando pavimentações, fortalecendo, atraindo empresas para cá com incentivos. E esse crescimento se deve justamente ao dinamismo do nosso governo, que permite que as empresas sejam instaladas de maneira rápida.

Ao ser indagado sobre as iniciativas estaduais que tornaram o Tocantins atrativo a novos investimentos de grande porte, o governador enumerou os fatores competitivos:

- Ora, nós temos logística, temos terras férteis, temos um povo trabalhador, como mencionei em meu discurso. Isso tudo atrai as pessoas. Além de uma localização geográfica estratégica, hoje nós fizemos reparos em nossas estradas, temos uma educação de qualidade para as pessoas que vêm para o Tocantins. O Tocantins foi o único estado da região Norte que ganhou habitantes nos últimos anos. Todos os outros estados do Norte perderam; o Tocantins cresceu também nesse aspecto.

O governador concluiu reforçando o papel estratégico do estado:

- Então, as pessoas têm visto o Tocantins como uma nova fronteira. Estar no MATOPIBA é muito bom. O Tocantins agora é a parte fundamental devido à sua capacidade e logística para fazer o escoamento da produção de toda essa região. A vinda da Mosaic para cá fortalece esse nosso pensamento, fortalece o pensamento do nosso governo. E vamos trabalhar muito para atrair novos investidores para cá e fazer a economia crescer, gerando oportunidades de emprego da mesma forma, porque nosso pensamento é promover o crescimento econômico, mas também o crescimento social – relatou.

Diferencial e geopolítica

Por fim, na conversa entre líderes da empresa e jornalistas,  Eduardo Monteiro, vice-presidente executivo e Country Manager da empresa no Brasil, concedeu uma entrevista sobre a escolha da região e o posicionamento da companhia no mercado.

Eduardo Monteiro, CEO da empresa no Brasil
(Foto: Antônio Oliveira/Cerrado Rural Agro)

- De forma geral, escolhemos Palmeirantes por ser um grande polo logístico importante, situado no centro da região que mais cresce do ponto de vista de potencial de consumo de fertilizantes. Temos uma logística hoje muito eficiente, e os fertilizantes estão intrinsecamente ligados à logística: onde o grão vai, o fertilizante geralmente segue. Aqui é um polo importante de exportação, e utilizamos a logística reversa como uma vantagem significativa.

Ele ressaltou ainda os benefícios da integração ferroviária e a prioridade portuária:

- Além disso, o fato de estarmos integrados à ferrovia nos permitirá tirar cerca de 27 mil caminhões de circulação, contribuindo para a sustentabilidade. Também temos um apelo importante no Porto [de Itaqui], porque, com o acordo que temos com a VLI e com a COPI (Coordenação de Operações Integradas, que atua na logística integrada de fertilizantes, desempenhando funções de descarga e armazenagem, bem como operações portuárias relacionadas a diversos outros granéis de importação, incluindo carvão, calcário e arroz), teremos preferência na atracação dos navios. Para quem está no setor de fertilizantes, sabe da importância de ter uma logística eficiente e evitar longas filas. Esse é um diferencial importante na cadeia logística.

Sobre o mercado consumidor, Monteiro afirmou:

- Na cadeia de consumo, primeiramente, esta é uma região onde não tínhamos forte presença. Maranhão, Tocantins, Piauí, parte do Mato Grosso, Vale do Araguaia e Norte de Goiás formam um grande celeiro. Estimamos que 20% do mercado brasileiro de fertilizantes está aqui. Então, é onde temos a possibilidade de crescer, de apresentar produtos com tecnologia e portfólio que trarão produtividade adicional. Além disso, o agricultor dessa região carecia muito de um player confiável. A agricultura é muito formada por relacionamento e confiabilidade. Ter um player como a Mosaic, que é confiável e entregará o produto na hora que o agricultor precisa, na hora do plantio, é um diferencial importante para fertilizantes. Estamos trazendo esse nível de confiabilidade para o Tocantins, Maranhão e Piauí, que não tinham.

Ele também mencionou a aposta em novas tecnologias:

- E, como estamos falando de agricultura regenerativa, passamos por uma onda importante de transformação. Vamos mudar a paisagem desse estado de forma positiva, trazer desenvolvimento. O agronegócio trará desenvolvimento, e isso significa aportar novas tecnologias. Estamos apostando muito nas tecnologias de novos insumos e na agricultura regenerativa, que é um caso importante.

Transição para bionutrição e biológicos

Ao ser questionado sobre o investimento da Mosaic em agroquímicos (equívoco de momento deste repórter) e a visão da companhia sobre a transição do agroquímico para o biológico no Brasil, Eduardo Monteiro fez uma correção importante:

- Na verdade, não investimos em agroquímicos. Estamos investindo em biológicos, em nutrientes, em micronutrientes vivos, micro-organismos vivos, que inclusive serão misturados aqui [na nova planta]. Para esclarecer, muitas pessoas confundem fertilizantes e defensivos. Usando uma linguagem popular, o fertilizante é a 'comida', enquanto o defensivo é o 'remédio' — o agroquímico é o defensivo. Nós trabalhamos com nutrição. E, dentro do conceito de nutrição, vamos trabalhar com bionutrição. Vamos colocar micro-organismos vivos em nosso processo produtivo para restaurar a saúde do solo, a microbiota do solo. Isso possibilita um enraizamento maior da planta, uma absorção mais efetiva de nitrogênio e fósforo, o que fará com que a planta cresça e produza mais. É isso que pretendemos fazer aqui.

Redução de custos e impacto para o produtor rural

Sobre a redução de custos com a nova operação e o repasse desses ganhos para o produtor rural, Monteiro detalhou:

- O grande ganho que temos aqui é a confiabilidade de ter um canal logístico, um fluxo logístico recorrente e eficiente com um nível de estabilidade importante que a ferrovia nos proporciona. Quando você olha a questão de custos, o sistema de outorga de ferrovia no Brasil e a precificação, no final do dia, espelham muito o que o mercado faz. Então, você não tem um ganho de custo de frete grande comparado com o caminhão; o custo é muito semelhante. O que se ganha é em sustentabilidade, em confiabilidade e em garantir uma prioridade, um acesso logístico mais eficiente no porto, o que nos permite minimizar o risco de atraso no recebimento de matéria-prima.

Ele também mencionou os ganhos portuários:

"É claro que, no Porto, você também tem um ganho logístico. Custa muito caro um navio parado todo dia. O Brasil gasta, em média, dependendo da sazonalidade, mas em anos de concentração, de 10 a 15 dólares por tonelada só de custo. Então, esperamos reduzir uma parte desse custo, mas o mais importante não é o custo. É trazer estabilidade, trazer confiabilidade, usando um modal mais eficiente e, acima de tudo, mais sustentável.

Cenário geopolítico e recomendações aos produtores

Cerrado Rural Agro questionou o executivo sobre a visão da empresa norte-americana a respeito das recentes tensões entre Brasil e Estados Unidos, e o impacto para o produtor rural, Eduardo Monteiro preferiu focar na perspectiva do agricultor. Mas o deixou a vontade para responder ou não sobre esta situação delicada para Brasil e Estados Unidos.

- Esperamos que as autoridades de ambos os países cheguem a um consenso. Trabalhamos para o agricultor, acima de tudo, para a agricultura brasileira. Grande parte dos nossos negócios no mundo está no Brasil, que é uma parte importante. Dentro desse contexto, não emitimos nenhuma opinião específica sobre a situação; esperamos que prevaleça o bom senso entre as partes. Estamos muito confiantes de que haverá uma solução negociada e consensual.

Em relação às preocupações dos produtores com questões tarifárias e o cenário global, Monteiro aconselhou:

- Sem dúvida nenhuma, não é só essa situação envolvendo os Estados Unidos, mas é uma situação ampliada. Você tem uma questão geopolítica importante no mundo, com infelizmente guerras acontecendo, como a guerra da Rússia e Ucrânia, e a guerra de Israel e Irã. Dentro desse contexto, com uma dependência importante – o Brasil importa 80%, 85% do fertilizante que consome –, temos uma dependência externa significativa, e esses países têm protagonismo importante na produção mundial de fertilizantes."

Ele finalizou com uma mensagem direta aos produtores:

- Sempre falamos para o agricultor administrar seu negócio olhando a perspectiva de gestão de risco, olhando sua matriz de fornecimento, trabalhando com fornecedores confiáveis e antecipando-se a movimentos. Estamos vivendo um momento importante no Brasil; entendemos que mais ou menos 70% do que se planeja comercializar já foi ao mercado, mas em anos anteriores esse percentual era de 10%, sendo que em algumas regiões, como esta, está muito mais atrasado que em anos anteriores. Isso não é benéfico, pois promove gargalos logísticos e o produtor fica suscetível a essas situações de guerra ou discussões tarifárias que geram muita instabilidade. Então, produtor, a mensagem é: planeje-se, organize-se. Na safra de verão, observamos um atraso importante; não deixe para a última hora. Observamos hoje no Brasil, como um todo, uma janela de plantio ideal com regime de chuvas vindo no momento adequado. Diferente do ano passado, que atrasou o regime de chuvas, este ano não vai atrasar. É fundamental que aquele que ainda não comprou tome sua posição para a safra de verão. Para a safra de inverno, temos mais um tempo para administrar. E, é claro, a agricultura depende muito do sucesso do produtor. Nesse contexto, observamos hoje uma grande preocupação com os altos estoques de milho – concluiu.

Nota do repórter: Cerrado Rural Agro se deslocou até ao palco deste evento a convite da companhia Mosaic, por meio de sua assessoria de imprensa CDN.

 

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