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INFLUENZA AVIÁRIA – São Paulo registra novo foco da doença em ave silvestre. Governo abre crédito extraordinário de R$ 200 milhões para o enfrentamento da Influenza Aviária
Data de Publicação: 6 de junho de 2023 08:55:00 O novo o caso foi registrado no município de Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. Foi registrado, também, um caso em Niterói, no Rio de Janeiro. Ao todo são 24 confirmações de focos em aves silvestres nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo #inflenza aviária #novo caso de influenza
Redação
O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou nesta segunda-feira, 05, o primeiro foco de influenza aviária de alta patogenicidade (H5N1) no estado de São Paulo. A ave silvestre da espécie Thalasseus maximus (trinta-réis-real) foi encontrada no município de Ubatuba, litoral norte.
Também foi detectado mais um foco no Rio de Janeiro, em Niterói, igualmente na espécie Thalasseus maximus (trinta-réis-real).
Ao todo são 24 confirmações de focos em aves silvestres nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. No entanto, o Brasil continua livre de influenza aviária na criação comercial e mantém seu status de livre de influenza aviária, exportando seus produtos para consumo de forma segura. O consumo de carne e ovos se mantém seguro no país.
O Mapa reforça que todos estabelecimentos ou criações de aves num raio de 10 km dos focos nos estados são investigados e orientados quanto às medidas de prevenção, conforme prevê o Plano de Contingência de IAAP do Departamento de Saúde Animal. As ações para detecção, vigilância e prevenção da ocorrência do vírus no Brasil segue acontecendo de forma conjunta entre o Mapa, o Ministério do Meio Ambiente (ICMBio e IBAMA) e o Ministério da Saúde.
A doença já foi identificada nas espécies: Thalasseus acuflavidus (trinta-réis-de-bando), Sula leucogaster (atobá-pardo), Thalasseus maximus (trinta-réis-real), Sterna hirundo (Trinta-réis-boreal), Sterna hirundinacea (trinta-réis-de-bico-vermelho), Megascops choliba (corujinha-do-mato), Cygnus melancoryphus (cisne-de-pescoço-preto), Chroicocephalus cirrocephalus (Gaivota-de-cabeça-cinza), Fregata magnificens (Fragata) e Nannopterum brasilianum (biguá).
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A doença foi registrada apenas em aves silvestres (Foto distribuída pelo Mapa)
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O Mapa reitera que a população evite contato com aves doentes ou mortas. Caso encontre na sua região, acione o serviço veterinário local mais próximo ou realize a notificação por meio do e-Sisbravet.
Confira a situação atual dos casos de influenza aviária em aves silvestres no Brasil (Focos constatados):
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Crédito
Enquanto isto, o Governo Federal abriu crédito extraordinário de R$ 200 milhões para o Mapa para o enfrentamento da Influenza Aviária. A Medida Provisória Nº 1.177, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 6. Os recursos serão aplicados nas ações de enfrentamento à Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP).
Com o estado de emergência zoossanitária em vigor no país e a confirmação de casos de Influenza Aviária em aves silvestres em quatro estados, as ações de controle e contenção da doença serão intensificadas. Assim, o crédito extraordinário será aplicado no Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa). A MP é assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.
- O combate à gripe aviária é uma questão que merece a atenção de todos, pois o avanço da doença poderia impactar diversos setores do país. Por isso, essa medida do presidente Lula e o trabalho que estamos fazendo conjunto com os ministérios da Saúde e do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Ibama e Defesa Civil, além dos órgãos estaduais, vai nos dar mais segurança para o enfrentamento a esta crise sem maiores riscos - explicou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.
Entre as ações de controle e combate à Influenza Aviária estão a rápida identificação, testagem e cuidados sanitários dos casos suspeitos. Para isso, as equipes técnicas poderão contar com reforço para as ações pontuais in loco.
O Brasil continua livre de influenza aviária na criação comercial e mantém seu status de livre de influenza aviária perante a Organização Mundial de Saúde Animal, exportando seus produtos para consumo de forma segura.
*Fonte: Ascom/Mapa.
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