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INFRAESTRUTURA ][ Nordeste terá R$ 424,2 milhões para aeroportos regionais

INFRAESTRUTURA ][ Nordeste terá R$ 424,2 milhões para aeroportos regionais

Data de Publicação: 15 de janeiro de 2026 16:22:00 Investimento do MPor integra pacote nacional de R$ 1,8 bilhão para o ciclo 2026/2027, com foco em modernização tecnológica e metodologia BIM. Algumas cidades do MATOPIBA estão neste pacote.

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RESUMO

O Ministério de Portos e Aeroportos anunciou investimentos de R$ 424,2 milhões para a aviação regional no Nordeste. O plano abrange desde estudos em Feira de Santana até obras em terminais como Picos e Ilhéus, utilizando modelagem digital para garantir eficiência e redução de custos.

 

Da redação

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) oficializou uma nova carteira de investimentos para a infraestrutura aeroportuária regional, com foco estratégico no Nordeste. Para o biênio 2026/2027, o governo federal estima um aporte global de quase R$ 1,8 bilhão, dos quais R$ 424,2 milhões serão destinados exclusivamente aos terminais nordestinos. O ministro Silvio Costa Filho destacou que a iniciativa visa preparar as cidades para um crescimento seguro e eficiente.

Igreja de Nossa Senhora da Conceição - Barra
do Corda/MA -(Foto: Fernando Santos Cunha Filho)
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O cronograma de ações contempla diversas frentes. Serão elaborados projetos básicos para o Aeroporto de Feira de Santana (BA), um novo terminal em Conde (BA) e em Iguatu (CE). No campo da segurança operacional, aeroportos como Patos (PB), Sobral (CE), Balsas (MA) e Gurupi (TO) receberão novas estações meteorológicas. Já as verbas para obras imediatas e melhorias de pista e pátio estão asseguradas para Barra do Corda (MA), Bacabal (MA), Santa Inês (MA), Picos (PI) e Ilhéus (BA).

Um diferencial tecnológico deste ciclo é a adoção da metodologia BIM (Building Information Modelling) em 65% dos projetos, seguindo diretrizes de novas leis de contratação pública. Segundo o secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, o uso de modelos digitais inteligentes permite integrar custos, prazos e materiais em um único ambiente, minimizando erros e otimizando a gestão das obras. Ao todo, a carteira pública nacional prevê 34 novos empreendimentos distribuídos por 16 estados brasileiros.

 

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