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JUSTIÇA AZUL - Brasil se une a mais de 40 países contra a pesca ilegal em rios e mares
Data de Publicação: 25 de março de 2023 10:41:00 A iniciativa Blue Justice é uma parceria global liderada pelo Departamento de Pesca e Aquicultura da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e pela Noruega #justiça azul #blue justice #pesca sustentável
Redação
O Brasil se uniu aos mais de 40 países que se comprometem a aperfeiçoar os mecanismos de monitoramento, pesquisa e estatística como forma de combater a pesca ilegal no seu mar territorial e bacias hidrográficas. A adesão foi durante a Blue Justice Conference, concluída nesta sexta-feira, 24, em Copenhague, Dinamarca.
- Nosso país está de volta à comunidade global e alinhado ao objetivo de construir um modelo pesqueiro sustentável, eficiente do ponto de vista econômico, mas que preserve os estoques de peixes para alimentar também as gerações futuras - disse o secretário-executivo do Ministério da Pesca e Aquicultura, Carlos Mello, que representou o ministro André de Paula na conferência.
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A iniciativa Blue Justice é uma parceria global liderada pelo
Departamento de Pesca e Aquicultura da FAO (Foto: Ascom/MPA)
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e pela Noruega. Seu objetivo é promover a cooperação internacional para combater a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada e outras atividades ilícitas relacionadas à pesca, como a pesca excessiva e a exploração de trabalhadores em alto-mar.
O Brasil, que aderiu à iniciativa em 2022, e as demais 40 nações signatárias da Declaração de Copenhague traçaram planos de ação para combater os crimes no setor pesqueiro utilizando inovação digital.
Combater a pesca ilegal, não reportada e não regulada assegura o futuro da atividade, evita distorções de mercado e reforça a sustentabilidade dos estoques pesqueiros em escala global.
Liderada pela Noruega, com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD, a Iniciativa Blue Justice, traduzida como Justiça Azul, conta com plataformas digitais para compartilhamento de informações entre as autoridades pesqueiras globais. Assim, ela compartilha boas práticas de monitoramento e combate à pesca ilegal.
A comitiva brasileira contou com a secretária de Registro, Monitoramento e Pesquisa, Flávia Lucena, e o chefe da Assessoria Internacional do MPA, Rafael Dias.
*Com informações do Ministério da Pesca e Aquicultura.
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