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ALIMENTAÇÃO DO PEIXE – Projetos de piscicultura podem contar com nova alternativa de nutrição: o Perifíton

ALIMENTAÇÃO DO PEIXE – Projetos de piscicultura podem contar com nova alternativa de nutrição: o Perifíton

Data de Publicação: 2 de abril de 2024 14:34:00 O perifíton é um conjunto de micro-organismos que aderem à superfície de substratos de ambientes aquáticos (pedras, madeiras, rochas etc.) e servem como alimento para organismos como peixes, moluscos e crustáceos. A conclusão é do mestrando Wesley Theodoro, do Instituto de Pesca #PisciculturaSustentavel #NutricaoAquatica #Perifiton #AlimentacaoNatural #CadeiaProdutiva #InovacaoAgricola #PesquisaAquatica #AquiculturaSustentavel #RecursosNaturais #DesenvolvimentoRural #SustentabilidadeAmbiental

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Da redação

“Criação e Implementação de um Modelo Prático para o Uso de Perifíton (alimento natural) como Complemento Alimentar em Piscicultura de Pequeno Porte” é o título de mais um projeto desenvolvido por estudante do Programa de Pós-graduação do Instituto de Pesca (IP-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

A pesquisa foi conduzida pelo mestrando Wesley Theodoro (Foto: Instituto de Pesca)

 

sob a orientação da pesquisadora Fabiana Garcia Scaloppi, e coorientação da pesquisadora Cintia Badaró Pedroso, ambas do IP-Apta, o projeto visa, como sugere seu título, criar um modelo prático e sustentável para implementar o uso do perifíton como complemento alimentar das espécies cultivadas em pisciculturas de viveiros escavados.

 

O perifíton é um conjunto de micro-organismos que aderem à superfície de substratos de ambientes aquáticos (pedras, madeiras, rochas etc.) e servem como alimento para organismos como peixes, moluscos e crustáceos.

- Trabalhar com essa temática gera alguns desafios, por ser um manejo ainda pouco explorado, então nós esperamos conseguir resultados que expliquem com mais detalhes como funciona a dinâmica de alimentação com as espécies testadas – diz o mestrando.

Neste mês de março, Wesley, as pesquisadoras e outra mestranda do Programa de Pós-graduação IP (PPG-IP), Daiane Romera, estiveram no local onde está sendo realizado o experimento: a Piscicultura Custódio, localizada no município de Mogi das Cruzes, que, além de disponibilizar o espaço, tem dado todo suporte na condução das atividades da pesquisa.

Para a orientadora, Fabiana, o projeto, quando realizado em piscicultura comercial, amplia as fronteiras do conhecimento e estreita a relação com a cadeia do pescado.

- Estamos saindo dos ambientes acadêmicos e buscando soluções práticas do uso do perifíton nos ambientes produtivos - comenta.

A pesquisadora ainda destaca que “além da carpa, o projeto inclui uma avaliação inédita do uso do perifíton na alimentação da espécie nativa Piauçú (Leporinus macrocephalus).

Pós-graduação IP

O Programa de Pós-Graduação do Instituto de Pesca tem como objetivo capacitar, científica e tecnologicamente, profissionais de nível superior nas áreas de Aquicultura e Pesca.

Suas linhas de pesquisa são voltadas à Sustentabilidade Aquícola e Pesqueira, Biotecnologia e Ecotoxicologia Aplicada à Aquicultura e Produção de Organismos e Bem-estar Animal.

Recomendado pela CAPES em 2004, é um dos poucos cursos de pós-graduação do país a reunir, em um mesmo programa, as áreas de Aquicultura e Pesca, direcionadas tanto para o ambiente marinho como continental.

A seleção para ingresso é realizada durante todo o ano, em fluxo contínuo. Para saber mais, acesse: www.pesca.sp.gov.br/pos-graduacao-apresentacao

Fonte: Instituto de Pesca / Andressa Claudino

 

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