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PROPESCA - Capacitação de monitores impulsiona sustentabilidade da pesca artesanal no Tocantins e Roraima
Data de Publicação: 30 de setembro de 2024 14:12:00 Com foco na segurança alimentar e inclusão socioeconômica, a Embrapa inicia novo projeto de monitoramento da pesca artesanal em parceria com pescadores do Tocantins e Roraima. A iniciativa busca fortalecer a cadeia produtiva e gerar dados confiáveis para políticas públicas.
Com foco na segurança alimentar e inclusão socioeconômica, a Embrapa inicia novo projeto de monitoramento da pesca artesanal em parceria com pescadores do Tocantins e Roraima. A iniciativa busca fortalecer a cadeia produtiva e gerar dados confiáveis para políticas públicas.
Da redação
A Embrapa lançou uma nova fase do projeto Propesca, voltada ao monitoramento da pesca artesanal nas bacias dos rios Tocantins, Araguaia e Baixo Rio Branco. A iniciativa, coordenada pelo pesquisador Adriano Prysthon, visa estruturar a cadeia produtiva da pesca nos estados do Tocantins e Roraima, por meio do acompanhamento sistemático dos desembarques pesqueiros.
A capacitação de monitores foi realizada na região do Bico do Papagaio, no Tocantins, onde cinco municípios serão monitorados: Esperantina, Araguatins, Xambioá, Couto Magalhães e Araguacema. Além da pesca comercial, o novo projeto, denominado Propesca 2, também abrange a pesca de subsistência, observando o impacto do consumo familiar de peixes na segurança alimentar dos pescadores e suas comunidades.
Um dos municípios, no Tocantins, que participam do
projeto é Araguacema (Foto: Clânio Araújo/Embrapa)
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Com uma metodologia já testada em projetos anteriores, o Propesca 2 tem como objetivo não apenas gerar estatísticas confiáveis para o setor, mas também oferecer subsídios ao governo federal na elaboração de políticas públicas para os pescadores artesanais. Adriano Prysthon destaca a importância dos dados gerados, que serão incorporados ao banco de dados nacional para estatísticas pesqueiras do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).
Além disso, o projeto enfatiza a necessidade de engajamento de instituições estaduais e municipais para fortalecer a cadeia produtiva da pesca artesanal. O monitoramento abrange não apenas os dados de captura e comercialização, mas também questões como renda, consumo e gênero. No Brasil, estima-se que a pesca artesanal movimente cerca de 600 mil toneladas de pescado por ano, sendo uma atividade essencial para milhares de famílias.
O projeto representa um passo importante para trazer à luz a importância da pesca artesanal e garantir o desenvolvimento sustentável desse setor, que é crucial para a segurança alimentar e a economia local.
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