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OPINIÃO | O papel de Eduardo Siqueira no desenvolvimento de Palmas
Data de Publicação: 8 de junho de 2025 11:53:00 Analisando os desafios e progressos da gestão de Eduardo Siqueira Campos na capital do Tocantins.
Por Antônio Oliveira
Durante a última campanha eleitoral, em Palmas, capital do Tocantins, muitos eleitores, na reta final do processo, optaram por Eduardo Siqueira Campos por dois principais motivos: não querer contribuir com a eleição da deputada Janad Valcari e dar um voto de confiança no filho do ex-governador e grande líder político Siqueira Campos. Eu me inseri nesse grupo eleitoral, não por problemas pessoais com a deputada, mas por outros fatores políticos. Acredito que ela ainda não está madura o suficiente para gerir qualquer ente federado; não que eu seja um admirador incondicional do Eduardo. A sociedade sabe que fomos antagônicos no campo do pensamento político (não partidário, da minha parte, mas na crônica política responsável).
Pouco mais de cinco meses após a posse de Eduardo como prefeito desta bela capital, percebo que ele assumiu o comando do município em um momento em que Palmas mais precisava de um gestor empenhado em resgatar a cidade do quase marasmo em que se encontrava, além de recuperar a autoestima de sua sociedade, especialmente dos que moram ao redor do núcleo central do Plano Diretor.
Por dever de ofício, sempre que posso, acompanho as atividades externas do prefeito, principalmente quando estas envolvem os setores de agronegócios, agricultura familiar e meio ambiente. Não só por isso, mas também por ser um cidadão de Palmas. Moro aqui, tenho meus filhos e netos, e minha empresa, que possui projeção regional e nacional, também está baseada aqui. Gosto de ver esta cidade se desenvolver.
Eduardo recebeu a faixa da prefeita Cinthia Ribeiro ciente de que enfrentaria problemas de ordem financeira e administrativa. E realmente os encontrou. No entanto, não cruzou os braços dentro de um luxuoso gabinete. Arregaçou as mangas, delegou poderes ao seu secretariado e foi às ruas, para, junto ao povo, identificar e resolver os problemas da melhor forma possível. Sempre com um entusiasmo contagiante – à maneira do “Velho Sica”, ele demonstra amor pelo povo, e isso nem sempre é demagogia, mas algo natural no político.
Mas é preciso tomar cuidado com certos bajuladores que o cercam, negando-lhe o que precisa – conselhos bons – e fazendo a foca e intrigas. Não que o Eduardo os tenha, mas é bom evitar. Este tipo de gente não soma, divide e até chegar a zero. Causam estragos bilaterais.
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O caos no transporte coletivo exigiu de
Eduardo muito bom senso (Foto: Ascom/Palmas)
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Ele tem compensado a população pelo caos vivenciado e está resolvendo questões, como no caso do transporte coletivo, onde Eduardo mostrou um grande bom senso.
Assim, já assumindo o compromisso para os próximos três anos e meio e mais quatro, conforme declarou na semana passada em uma solenidade no Parque do Idoso.
É público e notório que Eduardo, bem mais maduro do que seus tempos como assessor de seu pai, deseja acertar e está tendo a humildade de reconhecer isso. Para mim, por duas vezes, nessas manifestações públicas, ele disse: “Tens sugestões? Envie para mim, pois queremos acertar”.
É isso que se espera de um gestor público. Grandes estadistas governaram (e governam) mais entre o povo nas ruas do que em gabinetes, sem ódio, rancor ou distinção de posição social e econômica.
É desse caminho que Palmas precisa para conquistar sua verdadeira vocação no contexto social, político e econômico, não só do Tocantins, mas dos estados da região do MATOPIBA – que tinha Palmas como sua capital e que está perdendo esse status para a não menos progressista Luís Eduardo Magalhães, no Cerrado baiano, bem administrada pelo jovem prefeito Junior Marabá.
Palmas | Eduardo Siqueira Campos | Gestão pública | Política | Agronegócio | Agricultura familiar | Participação cidadã | Revitalização | MATOPIBA
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