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COP 27 - Embrapa Pesca e Aquicultura representará outros centros da região Norte conferência

COP 27 - Embrapa Pesca e Aquicultura representará outros centros da região Norte conferência

Data de Publicação: 10 de novembro de 2022 16:48:00 As unidades estão representadas pela chefe-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura, Danielle De Bem Luíz. Este centro de pesquisas executa diversos trabalhos ligados à região Amazônica #cop 27 #danielle de bem luiz #embrapa na cop 27

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Danielle de Bem foi convidada pelo Consórcio Interestadual da Amazônia Legal e
chegou à cidade de Sharm El-Sheikh na última quarta-feira (Foto: Acervo pessoal)

Redação

A chefe-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO), Danielle De Bem Luiz, está representando todas as unidades da empresa na região Norte do Brasil na Conferência das Nações Unidas, COP-27. Ela foi convidada pelo Consórcio Interestadual da Amazônia Legal e chegou à cidade de Sharm El-Sheikh na última quarta-feira, 9. Ela será uma das palestrantes do painel "Fundamentos para uma economia verde e agricultura de baixo carbono", que ocorrerá na próxima sexta-feira (11).

O Consórcio estará reunido no Hub da Amazônia Legal, situado na Blue Zone, um dos espaços oficiais do Brasil. No local haverá reuniões bilaterais, painéis temáticos, apresentações de programas e projetos dos estados amazônicos, do Consórcio e das organizações e instituições parceiras.

Danielle De Bem acredita que a Embrapa pode ser uma grande aliada do Brasil e do mundo para produção de alimentos e fibras, por meio do desenvolvimento de atividades agrícolas e pecuárias de alta produtividade, com utilização racional dos recursos disponíveis.

- Esse desafio faz parte da missão das Unidades de pesquisa da Embrapa localizadas na Amazônia Legal, e estou representando esses centros na COP-27. Espero identificar parcerias e ressaltar as iniciativas relevantes das nossas equipes para a sustentabilidade de sistemas produtivos amazônicos - afirma.

A Embrapa Pesca e Aquicultura executa diversos trabalhos ligados à região Amazônica. São ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação, alinhadas ao Plano ABC, que demonstram que é possível desenvolver e preservar, por meio da redução da emissão de gases e da pegada de carbono.  São variados projetos, tais como ações ligadas à Integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF); plantio direto; sistemas agroflorestais; recuperação de pastagens degradas; aquicultura multitrófica; pesca sustentável; entre outras.

- Essas ações no bioma Amazônia primam pela sua preservação e recuperação da sua riqueza, impulsionando a bioeconomia – destaca a executiva.

Em julho do ano passado, a Embrapa e o Consórcio da Amazônia Legal assinaram um Protocolo de Intenções com o objetivo de estabelecer condições de cooperação, visando à priorização de ações e elaboração de propostas de projetos e iniciativas conjuntas. Sempre com o foco nos temas da bioeconomia e sistemas integrados, planejamento do uso da terra e ordenamento territorial e outros tópicos relacionados ao desenvolvimento sustentável, inovação na agropecuária da região amazônica brasileira.

*Fonte: Comunicação da Embrapa Pesca e Aquicultura.

 

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