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OPINIÃO - A Aiba e seu papel transformador na sociedade baiana
Data de Publicação: 11 de fevereiro de 2025 08:53:00 A Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) se destaca pela sua atuação não só nos agronegócios, mas na inclusão social e comunicação efetiva, contribuindo para o desenvolvimento da região.
Por Antônio Oliveira
Ontem, ao editar uma informação sobre a parceria da Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) (clique aqui para ler a matéria), com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Estado da Bahia no projeto Mentes Literárias e na formação profissional de detentos, visando a ressocialização deles no município de Barreiras, mais uma vez um grande detalhe da Aiba me fez aumentar a minha admiração pela entidade, seus diretores atuais e anteriores e seu quadro de funcionários.
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Uma das instituições sociais apoiadas pelo Fundesis (Foto: Aiba)
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A Aiba é um imenso tronco que se ergue de solo firme e se abre em galhos, flores e frutos. Na minha analogia, o tronco representa a solidez, os investimentos em pesquisa e o tino associativista que faz do oeste da Bahia um dos polos agropecuários mais produtivos, diversificados, com sanidade e qualidade em todo o Brasil. Os galhos, folhas, flores e frutos representam o grande trabalho que a Aiba realiza pela sociedade dos centros urbanos e rurais da região onde atua: apoio à inserção social, aos esportes, à cultura, à educação e a parcerias com os governos municipais e estadual em áreas de infraestrutura e formação profissional, por meio do Instituto Aiba e do Fundesis. Tudo sem paternalismo e sem ir atrás de votos para cargos políticos.
Para mim, dentro do complexo Aiba (associação, Instituto e Fundesis) existem homens e mulheres de boa vontade, na cúpula (diretoria) e na base (funcionários), que pensam não apenas no agro e nos interesses de seus associados. Vejo lá dentro um pedaço da filosofia maçônica, do Rotary Clube e do Lions Clube, ou seja, agremiações que são voltadas para a promoção social. A Aiba é conjunto destas filosofias. (clique aqui para iniciar a leitura de uma série de matérias sobre o trabalho do Fundesis)
O trabalho que a Aiba realiza, além da defesa de seus agricultores associados, é lindo e significativo; nobre e raro em associações similares Brasil afora.
Neste momento de reflexão, um outro aspecto – que observo muito -, me vem à mente: a Comunicação Social. É preciso ter muita sensibilidade, além das técnicas de assessoria de comunicação, para transmitir à sociedade, por meio da mídia, esse lado social da Aiba.
O atual (e novo) presidente da instituição, o jovem Moisés Schimidt, acertou ao escalar para sua equipe a jornalista Nádia Borges, da Araticum Comunicação, de Barreiras. Competente, mas nem por isso arrogante, ela revolucionou a Comunicação da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), ao lado de um presidente igualmente sensível, Luiz Carlos Bergamschi, ganhando a simpatia e espaço na mídia não apenas do oeste da Bahia, mas em todo o Brasil. Souberam mostrar a dinâmica produtiva e social da Abapa.
Nádia foi a pessoa certa - com um potencial muito grande em qualquer atividade humana: a humildade - que Moisés encontrou para mostrar ao Brasil a grande árvore produtiva e social que é a Aiba.
Aiba, inclusão social, comunicação, desenvolvimento regional, projetos sociais, Moisés Schimidt, Nádia Borges.
#Aiba #InclusãoSocial #Comunicação #DesenvolvimentoRegional #Bahia #Agro #ProjeteSocial #ParticipaçãoCidadã

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