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SUSTENTABILIDADE ][ Embrapa Pesca e Aquicultura assume coordenação de rede nacional de monitoramento

SUSTENTABILIDADE ][ Embrapa Pesca e Aquicultura assume coordenação de rede nacional de monitoramento

Data de Publicação: 16 de junho de 2026 10:32:00 Arranjo institucional com mais de 40 entidades visa gerar subsídios científicos para planejar o cultivo sustentável de organismos aquáticos em reservatórios federais.

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Resumo

A Embrapa Pesca e Aquicultura, sediada em Palmas (TO), assumiu a liderança da Rede Nacional de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Aquicultura em Águas da União. Sob a coordenação da pesquisadora Flávia Tavares de Matos, o grupo articula os setores público e privado para otimizar a gestão ambiental de corpos hídricos federais.

 

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Da redação

A Embrapa Pesca e Aquicultura passou a ser a instituição responsável por coordenar a Rede Nacional de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Aquicultura em Águas da União. Composta por representantes dos setores público e privado, a rede tem como propósito central a geração de subsídios técnico-científicos estruturados. O foco é garantir que a criação de organismos aquáticos em águas públicas federais — a exemplo dos grandes reservatórios de rios sob domínio da União — seja executada de maneira planejada, ordenada e pautada na sustentabilidade ambiental, econômica e social. A liderança dos trabalhos está sob a responsabilidade da pesquisadora Flávia Tavares de Matos, lotada na unidade temática da estatal em Palmas (TO).

A nova coordenadora destaca a alta complexidade que envolve o monitoramento devido à diversidade hidrográfica do território brasileiro.

Rede integra dados de 40 instituições para normatizar
o uso de reservatórios federais (Foto: Clenio Araújo)
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- A temática lida com diferentes corpos hídricos ao longo do país. Temos condições distintas em relação à localização e às condições físicas, hidrodinâmicas e climáticas dos reservatórios de domínio da União que trazem grandes desafios para a comunidade científica na busca de respostas e soluções que auxiliem na gestão desses ecossistemas - explicou Flávia Tavares de Matos.

Para descentralizar as ações e aproximar o gerenciamento das peculiaridades locais, as mais de 40 instituições parceiras que integram o comitê estão distribuídas geograficamente em cinco coordenações regionais distintas.

Formalizada em dezembro de 2021, a rede congrega centros de pesquisa, universidades, autarquias estaduais de meio ambiente e associações do setor produtivo privado. Por meio desse arranjo institucional de cooperação, a proposta é integrar bancos de dados e conhecimentos técnicos para promover o aprimoramento permanente das políticas de gestão ambiental na aquicultura nacional. Desde a sua fundação e até recentemente, a coordenação-geral do projeto vinha sendo exercida por Fernanda Garcia Sampaio, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente, sediada em Jaguariúna (SP).

Flávia Tavares de Matos projeta que a transferência da liderança para o escritório do Tocantins consolida o papel institucional da unidade.

- Pelo fato de sermos a unidade temática em pesca e aquicultura, é de grande relevância que coordenemos as ações da Rede Nacional em parceria direta com o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), gerando conhecimento e soluções tecnológicas que atendem o setor produtivo", concluiu a pesquisadora. O alinhamento técnico visa acelerar a transferência de tecnologias de manejo e garantir segurança jurídica para a expansão do mercado aquícola no MATOPIBA e nas demais fronteiras hídricas do país.

#Publicação simultânea com o site Piscishow & Avisuleite.

 

Embrapa Pesca e Aquicultura — Rede Nacional de Pesquisa — Monitoramento Ambiental — Águas da União — Flávia Tavares de Matos — Sustentabilidade Hídrica — Ministério da Pesca e Aquicultura — Manejo de Reservatórios — MATOPIBA — Cooperação Institucional

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